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Fiesp quer que montadoras comprem mais peças da Argentina

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Redação AB

13 fev 2012

3 minutos de leitura

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Flávia Albuquerque, Agência Brasil

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, informou na segunda-feira, 13, que a entidade vai se reunir com as montadoras de automóveis instaladas no Brasil para estimular o setor a comprar mais autopeças da Argentina. Esse foi um dos resultados da reunião que Skaf teve com o embaixador da Argentina no Brasil, Luis Maria Krecler, na sede da entidade.

O objetivo do encontro foi planejar um evento em Buenos Aires no mês de abril para mostrar a competitividade atual do país e estimular as vendas de produtos argentinos no Brasil. “Estamos elencando todos os produtos com potencial de produção da Argentina e que o Brasil pode comprar, mas, no momento, está comprando de outros [países]”, explicou Skaf.

De acordo com o executivo, o Brasil precisa comprar mais da Argentina. “Não há nada de ruim em vender bastante para a Argentina, porém, a busca de um equilíbrio maior no comércio é necessária. Estamos observando que, desde 2005, o Brasil tem registrado consecutivos superávits na balança comercial com a Argentina”. No ano passado, o saldo positivo chegou a US$ 5,8 bilhões.

Skaf falou também sobre a necessidade de o importador argentino apresentar ao Fisco daquele país uma declaração a respeito de tudo o que pretende comprar de outros países. Ele disse que, quando esteve em Buenos Aires, recebeu a garantia de que o objetivo da medida, que entrou em vigor no início de fevereiro, não é prejudicar o comércio com o Brasil. “O prazo do governo argentino é 15 dias para a solução desse problema. Demos um voto de confiança”.

O embaixador da Argentina no Brasil, Luis Maria Krecler, assegurou que o governo dele não tem metas para a redução do déficit comercial com o Brasil. Sobre a medida imposta pela Casa Rosada aos importadores argentinos, Krecler assegurou que a regra não tem a intenção de prejudicar o Brasil. “É uma medida de melhor supervisão das importações de todo o mundo, não só do Brasil. Não vamos falar de demora quando recém estamos implementando isso”.