
O resultado foi puxado pelo segmento leve, de automóveis e comerciais leves, cuja variação negativa foi de 32,4% no acumulado de janeiro a abril sobre mesmo período de 2015. As vendas parceladas somaram 344,3 mil unidades contra as 509 mil registradas há um ano. Os volumes se referem a veículos novos.
Já em pesados, que considera caminhões e ônibus, a queda foi de 14,1% no acumulado, para 19,2 mil unidades.
Na categoria de usados a queda foi de 9,8%, bem abaixo da verificada em veículos novos, ao passar de 969,2 mil unidades no primeiro quadrimestre de 2015 para 874,2 mil no acumulado deste ano, na soma de leves e pesados. Ambos os segmentos tiveram retração semelhante, de 9,8% e 9,1%, respectivamente, para 836 mil automóveis e comerciais leves e 38,1 mil caminhões e ônibus.
MODALIDADES E PRAZOS
O crédito direto ao consumidor (CDC) continua como o modo preferido de clientes quando realizam suas compras parceladas de veículos. Em abril, a modalidade respondeu por 78% dos financiamentos, embora apresente queda de 19% na comparação com igual mês do ano passado devido ao menor volume de vendas em todos os segmentos, incluindo motos.
Consórcios aparecem na sequência, com 17,6% de participação nas compras a prazo de veículos, considerando os dados de abril. Em volumes de contrato, houve queda de 10,2% no comparativo anual.
O prazo médio dos financiamentos ficou em 36 meses para novos em abril, há um ano este índice foi de 37,5 meses também para novos. Incluindo usados, a média ficou estável em 40 meses.