
Fleming estima que o excesso de capacidade chegue a 35% no continente. Apesar do problema, as montadoras enfrentam a resistência do governo e dos sindicatos ao fechamento de plantas e corte de empregos.
Segundo o executivo, a situação se agravou após a crise financeira internacional, que teve início em setembro de 2008 mas continua ecoando na região. “Esta não é uma forma sustentável de manter a indústria. Temos que tomar providências não só para melhorar a eficiência dentro do cenário europeu, mas para nos manter competitivos no mercado internacional”, analisa.
Foto: John Fleming responsável pela operação europeia da Ford, divulgação/Ford.