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Ford, GM e Chrysler querem dinheiro rápido
São comuns as discussões em torno de uma possível concordata da GM, Ford ou Chrysler nos Estados Unidos. As especulações sobre as três companhias não têm limites, enquanto as vendas de veículos despencam e as ações chegam aos níveis mais baixos da história. Os papéis da GM chegaram a bater em US$ 4,76, abaixo do seu valor em 1950. Desmentir a iminência de uma concordata já virou rotina na empresa que, juntamente com as concorrentes, faz pressão para o governo norte-americano liberar um crédito de US$ 25 bilhões já aprovado e considerado indispensável para manter a liquidez. “A situação é muito difícil, mas é até possível que as três sobrevivam” – diz David Wong, diretor da consultoria Kaiser. Para ele, há enorme interesse nacional em manter de pé as companhias automotivas.
cria
13 out 2008
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