
Além do motor mais potente, a versão ST tem suspensões, direção e freios diferenciados. Para aprimorar sua dinâmica, a divisão RS utilizou recursos encontrados apenas em carros maiores e de alto desempenho, como controle eletrônico de estabilidade de três modos, transmissão manual de seis marchas e freios traseiros a disco.
Apesar de ser 20% mais potente que o Fiesta ST 2.0 de primeira geração, o carro é capaz de fazer, segundo a Ford, 16,9 km/l. Ele também produz 20% menos emissões de gás carbônico. Este ano, a Ford passará a produzir em São Bernardo do Campo (SP) a geração mais atual do Fiesta (veja
aqui) ainda no primeiro semestre, mas em versões mais comportadas, com motores 1.5 e 1.6.