
Os sensores podem detectar qualquer coisa com densidade suficiente para refletir luz, desde objetos imóveis a veículos, pedestres ou bicicletas em movimento. Sua sensibilidade é suficiente, segundo a Ford, para distinguir a diferença entre um saco de papel e um pequeno animal a uma distância equivalente ao comprimento de um campo de futebol.
Desenvolvido pela Ford em parceria com a Universidade de Michigan e a empresa State Farm para a pesquisa da direção autônoma, o projeto pretende incluir esses equipamentos na próxima geração de veículos da marca. Os veículos atuais da Ford já contam com tecnologias que os permitem estacionar sozinhos, entender comandos de voz do motorista, detectar situações perigosas de direção e receber assistência em frenagens de emergência.
“Com esse projeto, nosso objetivo é testar os limites do carro totalmente autônomo e determinar os níveis apropriados para sua implantação em curto e médio prazos”, afirma o vice-presidente de desenvolvimento do produto global, Raj Nair. O Fusion Hybrid automatizado serve como plataforma de pesquisa para o desenvolvimento de potenciais soluções para as questões sociais, legais e tecnológicas levantadas pelos futuros veículos autônomos.
O carro utiliza pesquisas desenvolvidas no simulador de direção Virttex da Ford para criar uma experiência integrada, combinando a capacidade dos motoristas humanos e automatizados. A Ford e a State Farm têm trabalhado para avaliar o impacto das tecnologias de assistência ao motorista e determinar seu potencial de redução de colisões traseiras.