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Formel D cresce em 2016 e projeta nova alta para o próximo ano

Em plena contração da indústria automotiva local, a Formel D é um raro caso de crescimento. A empresa é especializada em projetos de redução de custos e aumento da produtividade para o setor, serviços que seguem ainda mais necessários durante a crise. Assim, a companhia deve encerrar 2016 com expansão de 25% no faturamento na comparação com o ano passado, resultado bastante superior à alta de 10% a 15% projetada inicialmente (leia aqui).
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Redação AB

10 out 2016

2 minutos de leitura

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“Temos um portfólio claro e específico sempre focado na indústria automotiva. Não desviamos disso e vamos buscar receitas em outro lugar quando o setor está em queda. Por isso conseguimos bom resultado”, justifica Jürgen Laakamann, diretor geral da companhia sediada na Alemanha. O líder destaca ainda que ter alta flexibilidade e dar respostas rápidas aos clientes são outros pontos importantes, que ajudam a empresa a conquistar espaço no Brasil.

Para garantir essa dinâmica, a companhia tem estruturas espalhadas por sete estados brasileiros, com presença nos polos automotivos para atender montadoras, sistemistas e fabricantes de autopeças de primeiro e segundo nível. São quase 500 funcionários apenas na operação nacional, parte importante do time global de 6,5 mil pessoas. Esse número era inferior a 400 pessoas no início deste ano e a meta é seguir contratando para dar conta de mais crescimento em 2017, quando a Formel D projeta outra expansão da ordem de 20% nos negócios no Brasil. “Não precisamos investir em uma grande estrutura física, mas em pessoas, esclarece Laakamann.

A empresa acaba de inaugurar nova sede no Brasil, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A mudança coroa os 20 anos de atividades da empresa no mercado nacional, o primeiro fora da Alemanha a receber uma filial da empresa. “Já passamos por uma série de altos e baixos aqui neste período. Os negócios são cíclicos, mas você não pode simplesmente não estar no Brasil”, aponta o executivo. Ele acredita que, depois de longos meses de queda, o País começa a dar sinais de que a contração parou de se aprofundar e os negócios podem começar a crescer em 2017, o que fortalece ainda mais os planos locais da companhia.