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FPT pode exportar 40% do E-torQ

Em entrevista a Marli Olmos, do jornal Valor, Alfredo Altavilla, principal executivo da FPT – Powertrain Technologies, disse que a fábrica de motores de Campo Largo, no Paraná, reduziu para 10% a dependência de itens importados para a produção dos motores E-torQ. A meta é chegar a 5% em 2011.
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02 jul 2010

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Altavilla elogiou o parque de fornecedores locais de componentes para motores: “É um dos melhores do mundo” – disse à jornalista.

O executivo destacou também a capacidade exportadora da fábrica paranaense, que deve destinar 40% da produção a outros países, possivelmente até europeus. “O câmbio de hoje não ajuda, mas não pensamos no curto prazo” – disse a Marli Olmos, sem esclarecer se a Chrysler seria um dos clientes dos motores brasileiros, embora a possibilidade venha sendo amplamente discutida.

Com a fabricação dos motores 1.6 e 1.8 em Campo Largo a Fiat deixará de depender das compras de motores 1.8 da General Motors, asseguradas por contrato. A montadora não deixou clara a estratégia em relação ao seu motor 1.9 litro, produzido na Argentina.


Foto: Alfredo Altavilla, presidente da FPT.