
Altavilla elogiou o parque de fornecedores locais de componentes para motores: “É um dos melhores do mundo” – disse à jornalista.
O executivo destacou também a capacidade exportadora da fábrica paranaense, que deve destinar 40% da produção a outros países, possivelmente até europeus. “O câmbio de hoje não ajuda, mas não pensamos no curto prazo” – disse a Marli Olmos, sem esclarecer se a Chrysler seria um dos clientes dos motores brasileiros, embora a possibilidade venha sendo amplamente discutida.
Com a fabricação dos motores 1.6 e 1.8 em Campo Largo a Fiat deixará de depender das compras de motores 1.8 da General Motors, asseguradas por contrato. A montadora não deixou clara a estratégia em relação ao seu motor 1.9 litro, produzido na Argentina.
Foto: Alfredo Altavilla, presidente da FPT.