As fabricantes deverão se comprometer a não dispensar trabalhadores nem fechar fábricas na França e, ainda, assumirão o compromisso de moderar o pagamento de dividendos e cortar os bônus para executivos.
Protecionismo
O pacote de ajuda disseminou o medo do protecionismo depois de autoridades francesas, incluindo o presidente Nicolas Sarkozy, terem dado a entender que o socorro seria atrelado à volta, para a França, da produção hoje realizada em outros países, incluindo os da União Européia. As montadoras seriam estimuladas também a comprar autopeças produzidas na França.