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Balanço

Fras-le: receita e lucro avançam no 1º trimestre

A receita bruta da Fras-le, fabricante de peças de fricção que integra as Empresas Randon, avançou 8,1% no primeiro trimestre deste ano na comparação com igual período do ano passado, para R$ 226,2 milhões. No mesmo período, a receita líquida apresentou crescimento de 10,6%, para R$ 167,5 milhões, dos quais R$ 98,9 milhões foram gerados no mercado nacional, evolução de 14,1%, e os demais R$ 68,5 milhões obtidos no mercado externo, com alta de 5,9%. Em comunicado divulgado na terça-feira, 7, a empresa informa que o bom desempenho das receitas reflete a valorização cambial sobre as vendas no exterior, evolução das empresas controladas e o bom momento do mercado interno.
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Redação AB

07 mai 2013

2 minutos de leitura

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O lucro bruto somou R$ 42,2 milhões no primeiro trimestre, evolução de 17,2% sobre iguais meses do ano passado e leve avanço de 0,8% sobre o quarto trimestre de 2012. O lucro líquido consolidou-se em R$ 6,4 milhões nos três primeiros meses do ano, crescimentos expressivos de 34,9% sobre idêntico intervalo de 2012 e de 37,8% sobre o trimestre imediatamente anterior.

Entre os fatores que beneficiaram os resultados no trimestre, a Fras-le aponta ações de ajustes na estrutura das controladas Fras-le Argentina, North America e Freios Controil, além dos incentivos do governo, como o Reintegra e a desoneração da folha de pagamento, que ajudaram na redução dos custos operacionais nos três primeiros meses do ano.

O EBITDA (ou Lajida, lucro antes do pagamento de juros, impostos e depreciação de ativos) totalizou R$ 21,6 milhões, aumento de 19,1% com relação ao quarto trimestre de 2012 e de 35,9% sobre o primeiro trimestre de 2012.

Para o presidente da Fras-le, Daniel Randon, as expectativas para os próximos trimestres de 2013 são positivas, baseadas na expansão econômica do mercado doméstico, principalmente nos setores de infraestrutura e transporte. No exterior, as projeções são conservadoras frente às incertezas do cenário econômico apresentado atualmente, reflexo principalmente da recessão do bloco econômico da Zona do Euro, bem como do mercado norte-americano, ainda sem maiores perspectivas de retomada consistente, e também a volatilidade do mercado chinês diante da instabilidade da economia global.

“Mesmo com perspectivas adversas, a estimativa da companhia é de uma retomada do crescimento histórico em volumes, e consolidação das receitas em R$ 1 bilhão ao final do exercício”, disse o executivo.