Em nota, a fabricante que pertence ao conglomerado das Empresas Randon destaca que houve aumento de custos, principalmente pela pressão inflacionária sobre matéria-prima, em particular na controladora no Brasil, e também pela crise na Argentina, que afetou o resultado financeiro das controladas naquele país. Os custos também foram maiores, segundo a Fras-le, pela retirada de incentivos fiscais, sem mencionar quais.
O mercado doméstico mais competitivo e contaminado com as pautas políticas que refletiram na economia neste momento, seja pelo resultado de baixo crescimento ou pela instabilidade macroeconômica, refém das reformas a serem aprovadas – foram citados pela empresa em sua análise do ambiente econômico e de negócios.
Apesar disso, a Fras-le reitera que as perspectivas são positivas para o ano, perspectiva baseada na acomodação de preços, estabilização das empresas controladas, além de medidas já em curso, que têm como objetivo equilibrar o desempenho negativo do primeiro trimestre.