Com um faturamento de € 6,62 bilhões no último ano, a organização segue com capital familiar e atua em diversos setores, entre os quais não tecidos, lubrificantes especiais, agentes desmoldantes, vedações, filtração, produtos químicos para tratamento de superfície e tecnologias de controle de vibrações com atuação em 60 países.
No Brasil, onde emprega 1,5 mil pessoas, o grupo faturou R$ 692 milhões no ano passado, um crescimento de 10,4% sobre o ano anterior. “Para o grupo, é essencial elevar a representatividade local no faturamento mundial e nossa perspectiva é continuar a crescer acima do PIB”, afirma o representante do Grupo Freudenberg na América do Sul, Juan Carlos Borchardt.
Seis empresas do Grupo Freudenberg têm operações no País: Freudenberg-NOK, Freudenberg Não Tecidos, Klüber Lubrication, EagleBurgmann, Chem-Trend e SurTec e desde julho de 2012, atua também por meio da joint venture TrelleborgVibracoustic.