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Sueli Reis, AB
A Freudenberg-NOK iniciou no Brasil a produção de uma das peças de sua nova linha de sistemas de vedação LESS (Low Emission Sealing Solution), desenvolvida na matriz alemã, com foco na melhoria e aumento da eficiência energética dos veículos. Os produtos desta nova linha são aplicáveis em diversas partes do veículo, como motor, transmissão, direção, suspensão, freios, chassis e centrais eletrônicas. Para sua planta localizada em Diadema, SP, a empresa trouxe a linha de retentores.
Segundo o diretor de vendas da divisão automotiva da Freudenberg-NOK na América do Sul, Rodrigo Vilela, o retentor auxilia na redução de atrito em algumas partes do motor e uma vez reduzindo o atrito, há um aumento de eficiência no funcionamento do propulsor, que passa a utilizar de forma mais completa sua capacidade de potência, o que reduz o consumo de combustível, e por consequência, as emissões.
Vilela conta que a tecnologia dos elementos de vedação da linha LESS foi desenvolvida em parceria com uma montadora, que o executivo preferiu não revelar. “A experiência de desenvolvimento e uso na Alemanha fez com que a montadora manifestasse a intenção de utilizar este conceito também no Brasil: iniciamos o fornecimento no País já com produção local.”
Sobre suas expectativas de expansão da linha LESS para outros clientes, o executivo ressalta que a tecnologia vai ao encontro da necessidade das montadoras de melhorar cada vez mais a eficiência e robustez dos motores a partir das exigências dos novos padrões de emissões de poluentes que entrarão em vigor na região em curto e médio prazo. “É uma tendência para o futuro próximo. A tecnologia dos retentores da linha LESS trazem à indústria automotiva diversos benefícios quando comparados aos retentores convencionais, como a redução do consumo de combustível e consequente redução da emissão de gases na atmosfera aliada ao aumento da durabilidade do produto.”
Para a produção dos novos retentores em Diadema, a empresa investiu em treinamento de funcionários e compra de máquinas e equipamentos. A Freudenberg-NOK não divulgou o valor aplicado no processo de nacionalização do componente.