Para o presidente do conselho de administração do Grupo Freudenberg, Mohsen Sohi, o resultado consolida a empresa em uma fase inovadora e bem sucedida: “Apesar de um ambiente econômico desafiador e dos efeitos negativos da taxa de câmbio, crescemos de forma lucrativa e sustentável. As vendas aumentaram em quase todas as áreas de negócio”.
Em seu relatório, o grupo destacou o Brasil, onde anotou vendas recordes, ao atingir faturamento líquido de € 692 milhões, aumento de 10,4% com relação ao resultado do ano anterior. Ainda em 2013, a empresa investiu R$ 27 milhões no País, para a ampliação e modernização dos parques industriais na divisão Freudenberg Não Tecidos e Freidenberg-NOK, além da inauguração da unidade da divisão de filtragem em Jacareí (SP) e o novo escritório do grupo na região localizada em Alphaville (SP).
“Tivemos um ano muito positivo, de grandes conquistas e investimentos na nossa estrutura corporativa e fábricas, o que deverá contribuir de maneira significativa para os nossos resultados nos próximos anos. Em 2014, continuaremos a investir na mesma proporção, pois para o grupo é essencial elevar a representatividade local no faturamento mundial e nossa perspectiva é continuar a crescer bem acima do PIB“, afirma Juan Carlos Borchardt, representante regional do Grupo Freudenberg na América do Sul.
No relatório financeiro externo, pela primeira vez o grupo levou em consideração as novas normas IFRS 10, 11 e 12 de relatórios financeiros. Desta forma, as joint ventures em que a Freudenberg não exerce controle industrial não são incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas como 50% de participação, mas foram consolidadas pela primeira vez pelo método de equivalência patrimonial. Isso resulta em mudanças significativas no que diz respeito aos valores de vendas, total de ativos e número de colaboradores. As empresas NOK-Freudenberg Group China, TrelleborgVibracoustic e Freudenberg NOK Mecatrônica (agora Enmech) foram consolidados pelo método de equivalência patrimonial.