
“Oferecemos um custo menor que o modelo em alumínio, junto com um conceito de estilo mais arrojado e ainda várias possibilidades de acabamento” — explicou Valter Sales, diretor de vendas e marketing da Fumagalli para a América do Sul.
Além da roda integrada, outras tecnologias que visam redução de peso e ganho em estilo aparecem no portifólio da Fumagalli, como a roda Super Spoke. O projeto da roda proporciona maior área de ventilação para os freios e permite flexibilidade de estilo quando integrado à utilização de supercalotas e clads.
Sales, não esconde a preocupação sobre a tendência no aumento de importações de autopeças pelo Brasil influenciadas pela desvalorização do dólar. “Itens de segurança, como rodas, merecem atenção especial na aplicação e uso” – destaca.
“Sabemos que nossos clientes, fabricantes de veículos, vão exigir qualidade, flexibilidade no atendimento e o comprometimento com prazos de desenvolvimento na tomada de decisão e nomeação de parceiros” — afirma Sales.
Em 2007 a Fumagalli instituiu um centro de excelência, em Limeira, no interior do Estado de São Paulo, um grupo de engenharia avançada composto por especialistas que trabalham na pesquisa e desenvolvimento de novos conceitos de materiais, processos e produtos.
Limeira
A Divisão Fumagalli tem sido administrada com autonomia dentro do grupo Iochpe-Maxion, que investiu US$ 180 milhões na compra das operações de roda da ArvinMeritor no Brasil, México e Estados Unidos. A fábrica brasileira em Limeira produz rodas de aço para veículos leves e comerciais.
A capacidade da planta brasileira, que tem 800 funcionários, é da ordem de 14 milhões de rodas por ano. Sales não especifica quanto da produção é destinada à exportação, mas sabe-se que o volume é expressivo.
Rodas de aço maiores são feitas nas unidades mexicana de San Luis Potosí, capaz de montar até 6 milhões de unidades por ano, com 400 empregados.
Mais em http: www.iochpe-maxion.com.br.