
O executivo acredita que as mudanças serão lentas. Até 2030 o óleo ainda dominará 28% da matriz, perdendo espaço para o carvão. Nessa época carvão, petróleo e gás natural vão continuar fornecendo dois terços do consumo de energia no mundo.
Em vinte anos os biocombustíveis vão crescer 100%, mas passarão de 0,4% na matriz energética para apenas 0,9%.
Gabrielli confirmou o interesse da Petrobras em entrar na área de etanol, por meio da aquisição de empresas.
Em balanço dos sete anos sob administração petista, o presidente da Petrobras disse que a empresa valia US$ 14 bilhões em 2003 e hoje chega aos US$ 210 bilhões.