
“Vamos procurar manter um canal de diálogo com o governo federal, de modo a mostrar critérios mais justos e isonômicos à atividade de importação de veículos automotores”, destaca Gandini em comunicado. Segundo ele, o objetivo é evitar a adoção de medidas protecionistas pelo País e priorizar o crescimento. “É importante lembrar e ressaltar que o segmento de importados oferece produtos que auxiliam o crescimento da demanda, em benefício de todos. Mostra ao consumidor brasileiro o dinamismo global do setor”, complementa.
A chapa que comandará a organização é única e foi escolhida em consenso pelas marcas associadas e conta ainda com Luis Rezende, da Volvo Cars, como vice-presidente, e Luis Curi, da Chery, na posição de diretor financeiro. A Abeifa definirá nas próximas reuniões diretores técnico, administrativo e de relações governamentais.
Gandini sucede Marcel Visconde, da Stuttgart Sportcar, no comando da entidade. A última gestão do presidente da Kia Motors na associação terminou em 2012, quando foi substituído por Flavio Padovan, na época principal executivo da Jaguar Land Rover no Brasil. Gandini abriu mão de concorrer à presidência no momento em que o governo impôs aumento de 30 pontos porcentuais no IPI dos carros vendidos no Brasil, medida que teve forte impacto sobre os importadores.