
Os turbos NGT10 e NGT12, projetados para motores a gasolina, flex e etanol com capacidade cúbica entre 900 e 1,4 mil centímetros cúbicos, têm tamanho reduzido para facilidade de montagem e redução de peso. Os materiais também são inovadores. As características aerodinâmicas permitiram o uso de rotores menores em relação à geração anterior. “Como os rotores são menores, a inércia do turbo é reduzida, melhorando, assim, as respostas às acelerações. A alta eficiência do turbo também contribui nesse sentido.”
Outras características dos novos turbos são a opção do atuador elétrico, para o controle mais preciso da pressão de sobrealimentação, e válvula de recirculação integrada na carcaça do compressor, além do sistema de mancais para lubrificantes de baixa viscosidade, que contribui para a redução do consumo de combustível do motor.

Os novos turbos vêm sendo desenvolvidos para operar com pressão de sobrealimentação entre 0,8 e 1,2 bar pelo fato de o etanol suportar pressões ligeiramente mais altas e por ser menos susceptível à detonação (batida de pino) que a gasolina. Com os resultados obtidos, a Honeywell espera poder antecipar o início da produção da nova geração de turbos, inicialmente prevista para 2016, dependendo apenas da capacidade da rede de fornecedores e da confirmação dos pedidos das fábricas de automóveis com as quais realiza o programa de desenvolvimento.