A fabricante norte-americana desbancou a Chrysler, eleita pelos sistemistas como a pior parceira comercial todos os anos desde 2008. A companhia, que agora integra a Fiat Chrysler Automobiles, desceu para a segunda colocação, indicando que a fusão com a montadora italiana pode ter beneficiado a relação com os fornecedores.
A PPI contabilizou notas baixas para a General Motors em todos os aspectos, incluindo lealdade, comunicação e proteção à propriedade intelectual. A organização também foi apontada como a menos inclinada a ceder em situação de reajuste nos preços das autopeças diante de altas nos custos dos insumos. A terceira pior performance do estudo foi a da Nissan. A companhia teve desempenho mais negativo que o da Ford, que ficou uma posição acima.
No topo do ranking, como as melhores parceiras comerciais na visão dos fornecedores, estão Toyota e Honda em primeiro e segundo lugar, respectivamente. O resultado mostra que, enquanto os laços das marcas dos Estados Unidos com o Tier 1 vai mal, as fabricantes japonesas fortaleceram os laços com a cadeia produtiva. Segundo a PPI, cresceu o número de sistemistas que classificaram o relacionamento com as duas marcas orientais como bom ou muito bom.
Um alívio para a General Motors é que, na lista expandida que inclui as fabricantes alemãs, detentoras de participação pequena nas vendas dos Estados Unidos, Volkswagen e Daimler tiveram avaliações ainda piores do que a companhia norte-americana. A BMW, por sua vez, garantiu boa colocação atrás da Toyota e da Honda.