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General Motors e sindicato negociam paralisação em São Caetano

A General Motors e os representantes do sindicato dos metalúrgicos de São Caetano do Sul (SP) negociam medidas, entre elas, paralisação total da produção na tentativa de conter o alto volume de estoque, que segundo o sindicato, é estimado em 80 mil unidades. A fábrica é responsável pela produção dos modelos Classic, Cruze, Spin, Cobalt e Montana.
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Redação AB

27 mai 2015

1 minutos de leitura

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O sindicato dá como certa uma paralisação de 28 dias durante o mês de junho, no qual os 5,5 mil funcionários que operam na linha de montagem – pouco mais da metade do total de 10,5 mil que trabalham no complexo – ficariam afastados, segundo divulgação do próprio sindicato em seu site, na quarta-feira, 27. A GM não confirma a paralisação.

Na nota, o presidente do sindicato, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, afirma que seriam necessários cerca de 60 dias para que o estoque atual seja dissipado: “Isso considerando um cenário de economia em ritmo normal e não com o pé no freio como atualmente”.

Na unidade de São Caetano do Sul, pouco mais de 1,7 mil funcionários estão afastados do trabalho em regime de layoff (suspensão temporária do contrato). Deste total, 900 deles iniciaram em 18 de maio com previsão de retorno em cinco meses (leia aqui).

Enquanto isso, 819 trabalhadores têm o retorno previsto para 9 de junho, quando encerra o período de cinco meses, o máximo permitido em lei. Segundo o sindicato, a volta desses funcionários também é tema das negociações com a montadora. Uma nova reunião entre empresa e trabalhadores está prevista para a próxima segunda-feira, 1º de junho.