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General Motors intimada a depor em caso de racismo contra funcionária

Billie Banks afirmou que colegas exibiam símbolos racistas durante o horário de expediente
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Redação AB

12 set 2023

1 minutos de leitura

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A General Motors foi intimada por um tribunal federal de apelações do Estados Unidos a depor sobre acusações de uma ex-funcionária negra. Ela teria sido vítima de racismo e sexismo em uma fábrica da montadora no estado de Nova York.


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Os relatos dão conta de episódios ocorridos em 1996 na unidade da General Motors de Lockport. A funcionária, chamada Billie Banks, relatou um ambiente hostil no qual colegas a intimidavam com bandeiras dos confederados (um dos símbolos usados por supremacistas brancos nos Estados Unidos) e com laços feitos em cordas, suscitando enforcamento.

Banks disse, ainda, que depois de ter tirado licença devido ao estresse no trabalho e ter apresentado uma queixa à Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego no fim de 2013, a GM a retaliou e suspendeu seus benefícios por invalidez e a despromoveu do seu cargo. Ela processou a montadora em 2014.

À época, os juízes do caso não consideraram o ambiente hostil, como relatava a funcionária. No entanto, neste ano, um juíz de Nova York disse que as evidências sugeriam, sim, “animosidade sexual e racial generalizada e de longo prazo”, reabrindo, portanto, o caso.


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Procurada pela reportagem do site Automotive News, a GM não quis comentar o assunto.