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Ghosn admite que sente a dupla jornada
Artigo do Financial Times escreve que Carlos Ghosn enfim admitiu não ser o super-homem. Há três anos ele não hesitou em saltar ao assento de motorista tanto da Renault como da Nissan, que ele comanda. Desde então fica na ponte aérea entre Paris e Tóquio. As duas montadoras têm enfrentado dificuldades em atingir suas metas e não parece fácil para Ghosn encontrar parceiros para dividir o comando, especialmente com a desaceleração econômica.
Redação AB
07 mai 2008
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