
A Nissan aponta, no entanto, que a política de remuneração de seus executivos deve ser confrontada com a de empresas globais, não com companhias japonesas. Segundo a montadora, reter estes talentos é uma vantagem competitiva.
Os ganhos de Ghosn ficaram abaixo da média mundial dos presidentes das montadoras, de US$ 17,5 milhões. Entre os mais bem pagos estão Alan Mulally, da Ford, que recebeu US$ 29 milhões, e Martin Winterkorn, da Volkswagen, com pagamento de US$ 23 milhões.
No cargo desde 2001, Ghosn foi destaque no ano passado por conduzir a Nissan durante a crise causada pelo terremoto e o tsunami que afetaram o Japão. No período, ele obteve resultados melhores do que os concorrentes da mesma região, como Honda e Toyota. O executivo negou recentemente que está se preparando para a aposentadoria em 2017 (leia aqui).