
No entanto, Ghosn desmentiu. “Falar sobre renúncia daqui a cinco anos francamente não é um tópico atual no momento”, comentou em uma entrevista para a Reuters. O executivo, que está à frente da Nissan desde 2001, acumula o cargo de CEO da aliança que a empresa mantém com a Renault.
“Quando se é CEO, é preciso ter duas condições: primeiro, os acionistas precisam confiar em você e querer que você lidere a companhia; segundo, é preciso sentir motivação para executar o trabalho. Então, enquanto você tiver esses dois fatores, você continua no cargo. E hoje existem os dois fatores”, disse.
Ghosn, que também tem cidadania francesa, acrescentou que gostaria que a Nissan fosse liderada por um japonês quando ele deixar o cargo. Entretanto, afirmou que tanto a Nissan quanto sua parceira francesa Renault tem um amplo número de executivos talentosos que podem ser escolhidos para sucedê-lo.