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Ghosn e a ruptura tecnológica no setor automotivo
Embora não acredite que o futuro da indústria automobilística esteja em perigo pelo aumento dos preços do petróleo, o presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, afirma que será preciso uma ruptura tecnológica que permita diminuir o atual grau de dependência ao combustível. O comentário está na Folha de SPaulo. “Caso fossem cumpridas as previsões, e a proporção mundial de carros passasse dos 600 milhões atuais para 2,9 bilhões em 2050, e se continuássemos tão dependentes quanto agora do petróleo, o barril provavelmente chegaria a US$ 1 mil” – disse. Ele explicou que as alternativas para diversificação são o carro elétrico (que a Renault deve vender na Europa a partir de 2010) e a célula a combustível. Para Ghosn, o futuro do automóvel passa pelos veículos sem emissão de poluentes e pelos sistemas de conexão com outros veículos para uma melhor gestão do trânsito.
cria
30 mai 2008
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