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A GM vê o negócio como uma maneira de aumentar suas vendas, um passo importante para os planos da montadora de retornar aos mercados de ações até o outono (no Hemisfério Norte). “Esse é outro bloco importante no alicerce para um IPO (oferta pública inicial de ações)”, afirmou o diretor-financeiro da montadora, Chris Liddell, explicando que a aquisição permitirá, por meio de um investimento de capital relativamente modesto, atingir uma área com grande potencial.
“As montadoras podem usar seus braços financeiros para impulsionar as vendas de carros e caminhões. Sem isso a GM não tem sido capaz de atender muitos clientes com ofertas de leasing e financiamento. As operações de leasing correspondem a 7% dos negócios da montadora, enquanto a média da indústria automotiva é de 21%” disse Liddell. Segundo ele, cerca de 4% dos compradores da GM têm avaliação de crédito arriscada, enquanto 40% dos consumidores norte-americanos entraram para essa categoria.
Liddell destacou que a participação da AmerCredit nas vendas da GM provavelmente não ultrapassará 10%, mas acrescentou que o negócio vai permitir à montadora alcançar consumidores que estavam fora de seu alcance. A GM também continuará a procurar acordos com outros bancos, como vem fazendo há vários meses, para expandir a disponibilidade de empréstimos. Segundo os termos do negócio, a AmeriCredit continuará a oferecer empréstimos para compra de veículos fabricados por outras montadoras. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Clarissa Mangueira, Agência Estado.