
Os funcionários da fábrica estão em greve desde o dia 10 de agosto e a General Motors recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que irá julgar a legalidade da manifestação. Em comunicado oficial, a GM alega que utilizou todos os recursos que podia (layoff, banco de horas e Programa de Demissão Voluntária, PDV) e se queixa da falta de competitividade da fábrica de São José dos Campos.
“As vendas caíram, os estoques estão altíssimos, temos uma fábrica de alto custo e estamos com excedente de pessoal”, diz o comunicado. A montadora também critica a postura dos grevistas pelo fechamento dos portões da fábrica, impedindo a entrada dos trabalhadores.