Além de administrar o orçamento global de US$ 4,5 bilhões da GM com propaganda, Ewanick tornou-se um importante agente nos esforços de recuperação da companhia. O executivo-chefe, Dan Akerson, o encarregou de reorganizar as distantes operações de marketing da companhia.
Ewanick, contudo, tornou-se uma força polarizadora tanto dentro da GM quanto no ambiente de negócios como um todo. Foi criticado por outros executivos e companhias por causa de alguns movimentos de peso, como a decisão de interromper os pagamentos pela propaganda na rede social Facebook. O movimento, que Ewanick discutiu alguns dias antes da oferta pública inicial (IPO) da Facebook, não foi bem visto entre as lideranças da GM.
Algumas semanas atrás, porém, Akerson declarou que estava satisfeito com o trabalho de Ewanick. Em entrevista realizada no início do mês para debater o papel de Ewanick, Akerson o descreveu como “fundamental” para a companhia.
A saída do executivo ocorre em momento ruim para a GM, que perdeu participação no mercado norte-americano neste ano e também enfrenta a crise econômica na Europa.