
Para a conquista do BIQ, de acordo com Monica Azalli, diretora de qualidade da GM América do Sul, é fundamental seguir o Global Manufacturing System, sistema adotado nas unidades da fabricante que se baseia em cinco princípios: desenvolvimento de pessoas, padronização, feito com qualidade, menor tempo de execução e melhoria contínua.
A fábrica de Mogi das Cruzes, há 13 anos em operação, produz componentes estampados para atender pós-vendas, além de subconjuntos de estampados e de funilaria para os veículos que saem das linhas de montagens de São Caetano do Sul e São José dos Campos, em São Paulo, e de Gravataí, no Rio Grande do Sul. A certificação do BIQ compreende todas as áreas fabris de Mogi. A auditoria teve início em fevereiro de 2012 e foi concluída em janeiro de 2013.
“Temos grande satisfação com este reconhecimento internacional da unidade de Mogi das Cruzes, na qual todos os colaboradores têm contribuido para a qualidade nos produtos”, destaca José Eugênio Pinheiro, vice-presidente de manufatura da GM América do Sul.
Sônia Campos, diretora de manufatura da GM de São Caetano do Sul e diretora geral de Mogi das Cruzes, destaca: “Lancei um desafio ao Reinaldo Pereira, diretor de operação desta fábrica, e ao Francisco Torrez, gerente de manufatura, e à sua liderança em fevereiro do ano passado e, em tempo recorde, a meta foi alcançada. Nos orgulhamos e alegramos muito pelo fato do time ter conseguido esta certificação.”
O BIQ III já havia sido conquistado anteriormente pelas unidades de powertrain, estamparia e componentes plásticos, da GM de São José dos Campos. A fábrica de transmissões de São José dos Campos foi a única, até agora, em toda a região da América do Sul, a conseguir a certificação BIQ IV, um estágio ainda mais avançado nas medições métricas de qualidade.