
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, o acordo assinado em 2015 e negociado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) prevê que uma parte desse grupo afastado retorne à fábrica. Isso porque cada adesão ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) aberto pela empresa resultaria no abatimento do número de excedentes considerado pela companhia. Também são considerados no cálculo os trabalhadores que se desligaram da fábrica de agosto de 2015 até agora, mesmo não estando em layoff.
Segundo informou a GM à imprensa no fim de semana, 168 pessoas aderiram ao PDV, 45 que estavam em layoff vão voltar a trabalhar na linha de produção e outros 68 entraram com novo pedido de afastamento – estes também deverão ser desligados após o período de licença.
Um PDV aberto pela GM de São José na segunda-feira, 25, se encerrou à meia-noite da sexta-feira, 29. Os trabalhadores do layoff que forem desligados agora receberão indenização de quatro salários-base. Na quinta-feira, 4, o sindicato anunciou que fará uma assembleia com todos os trabalhadores do layoff.