
Reunidos na sede do sindicato no domingo, os trabalhadores decidiram realizar uma assembleia na manhã de segunda, 10, quando optaram pela paralisação. Eles pedem a reversão das demissões, estabilidade no emprego e abertura de negociação entre a GM e o sindicato.
A entidade orientou os demitidos a não comparecer ao exame demissional e a desconsiderar o telegrama de demissão. Nesta segunda-feira, 750 trabalhadores que estavam em layoff (suspensão temporária dos contratos de trabalho) desde março retornariam à fábrica.
Eles foram comunicados esta semana, também por telegrama, que deveriam retomar as atividades e em princípio não estão entre os demitidos por ter estabilidade. Os trabalhadores pedem, além do cancelamento das demissões, a redução da jornada para 36 horas sem diminuição de salário. Segundo o sindicato, os cortes ocorreram na linha de montagem da picape Chevrolet S10 e no setor de produção de motores.