
“No entanto, a GM ainda quer retirar a cláusula 42, que garante a estabilidade de emprego aos lesionados e àqueles que tiveram acidente de trabalho”, afirma o representante dos trabalhadores. Há cerca de um mês a General Motors e o Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul discutem o destino de cerca de 1,2 mil trabalhadores. Eles estavam com seus contratos suspensos desde 2015 e seriam demitidos, mas tiveram seus empregos poupados pela concessão de layoff por mais um mês.
Sindicato e GM discutem agora a prorrogação deste layoff por cinco meses. Essas negociações já levaram à definição do reajuste salarial dos funcionários em 2016, que será pago em forma de abono. “Ainda falta acertar o valor da indexação desse abono”, recorda o presidente do sindicato. Em 2017, 60% da inflação será incorporada aos salários e os 40% restantes entrarão em forma de abono.
A entidade que reúne os trabalhadores quer a definição de um acordo antes do dia 7 de abril, quando termina o layoff de um mês que evitou as demissões.