
|
|||||||||||||||||||||||||||
Redação AB
A parceria entre a General Motors e a PSA Peugeot Citroën, anunciada no fim do mês passado, “vai muito além da sociedade para compras conjuntas e compartilhamento de peças”, disse o presidente da GM, Dan Akerson, ao jornal norte-americano The Wall Street Journal. Segundo o executivo, as montadoras querem começar a desenvolver em conjunto pelo menos dois automóveis ainda este ano, que devem chegar ao mercado mundial em 2016.
O primeiro veículo a ser vendido sob a aliança deve ser um compacto para o mercado sul-americano. Ambas já trabalham com modelos nesta categoria, como os Chevrolet Corsa e Celta e o Citroën C3. O segundo modelo seria um sedã com entrada no mercado prevista para o segundo semestre.
O presidente da GM também informou que a montadora começou a transferir alguns executivos para a Europa para trabalhar na expansão da aliança e que a GM e a PSA pretendem se unir em vários mercados, em vez de se concentrarem na Europa. “Não é só redução de capacidade”, disse Akerson, respondendo a críticos que dizem que o acordo não ataca os problemas de excesso de capacidade da GM na Europa. “É toda uma nova maneira de ver os negócios. Vai haver outras iniciativas específicas que vão sustentar o acordo original; este acordo pode trazer ganhos significativos em vários níveis.”
Pelo novo acordo, a GM aceitou aceitou pagar cerca de US$ 420 milhões em uma participação de 7% na Peugeot, tornando-se assim o segundo maior acionista do grupo francês, atrás da família Peugeot (leia aqui).
Com informações do jornal The Wall Street Journal.