
Conforme dados da montadora, de julho a setembro, a receita foi de US$ 48,75 bilhões, alta de 10,5% no comparativo com o mesmo período do ano passado.
A geração de caixa medida pelo Ebit, ficou em US$ 4,11 bilhões, evolução de 15,5%. O lucro atribuído aos acionistas ficou praticamente estável no comparativo com 2023, chegando a US$ 3,05 bilhões, pequena queda de 0,3%.
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Segundo a CEO da companhia, Mary Barra, o bom resultado no período ocorreu muito em função do bom desempenho em mercados chaves da GM, como o norte-americano.
“No terceiro trimestre, aumentamos a participação no mercado dos EUA com preços acima da média, estoques bem administrados. Na China, as vendas melhoraram em relação ao segundo trimestre, e o estoque das concessionárias caiu drasticamente”, disse a executiva em carta aos investidores.
Estimativas revistas
Em função do bom resultado no terceiro trimestre, a GM revisou as estimativas para o fechamento do ano. A expectativa agora é de lucro entre US$ 10,4 bilhões a US$ 11,1 bilhões – a anterior era de US$ 10 bilhões e US$ 11,4 bilhões.
Já o Ebit ajustado pode chegar a US$ 14 bilhões a US$ 15 bilhões, enquanto a estimativa anterior era de US$ 13 bilhões a US$ 15 bilhões. O fluxo de caixa operacional automotivo, de acordo com a GM, deve atingir entre US$ 22 bilhões e US$ 24 bilhões, acima da expectativa anterior, de US$ 19,2 bilhões a US$ 22,2 bilhões.
“Com nossos fortes resultados do terceiro trimestre, agora esperamos que nosso EBIT ajustado para o ano inteiro fique na faixa de US$ 14 bilhões a US$ 15 bilhões, e estamos aumentando nossa orientação para fluxo de caixa livre automotivo ajustado e lucro por ação”, disse Barra.
A executiva ressaltou que a expectativa da companhia é de que o EBIT ajustado da GM em 2025 fique em uma faixa semelhante à deste ano.
“O progresso na lucratividade dos veículos elétricos, juntamente com o aumento das vendas e da participação de mercado, a ampla gama de SUVs redesenhados que são mais rentáveis do que os modelos anteriores, a nossa disciplina geral de custos e foco na eficiência de capital e o melhor desempenho na China, são os fatores que podem contribuir para o resultado”, afirmou Barra.
