Além de ampliar a GM Financial, como é conhecida a unidade da montadora norte-americana, a eventual compra dos ativos internacionais da Ally também elevaria significativamente o endividamento da empresa, diz o comunicado.
As operações da Ally fora dos EUA englobam US$ 31 bilhões em ativos no Canadá, México, Europa e América Latina, com um valor contábil de cerca de US$ 7,6 bilhões.
A Ally recebeu mais de 30 ofertas por suas operações internacionais, segundo seu executivo-chefe, Michael Carpenter, que fez o comentário durante teleconferência recente, sem mencionar as empresas interessadas.
A Ally era o braço de financiamento da GM antes de a montadora vender o controle da empresa para a Cerberus Capital Management e outros investidores. Hoje, o governo dos Estados Unidos detém 74% da Ally, que recebeu em 2009 um pacote de ajuda de mais de US$ 17 bilhões como parte do plano federal de resgate do setor automotivo norte-americano.