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GM: greve em Gravataí não para toda a produção

Após rejeitar as propostas da General Motors, os trabalhadores dos três turnos da unidade de Gravataí (RS) entraram em greve na quarta-feira, 25. Eles reivindicam reajuste salarial de 12%, piso salarial de R$ 1.712, abono de R$ 4,5 mil e R$ 12 mil pelo Programa de Participação nos Resultados (PPR).
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25 abr 2013

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Os valores oferecidos pela montadora foram de 8,29% de reajuste, R$ 1.170 de piso, R$ 2,8 mil de abono e R$ 8.650 de PPR. Segundo a General Motors, a produção somente foi interrompida durante as assembleias realizadas, uma na transição do terceiro e primeiro turnos e outra no início do segundo.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Valcir Ascari, confirmou a entrada de trabalhadores na fábrica. Nem o sindicato nem a GM informam quantos dos cerca de 1,2 mil carros montados por dia deixaram de ser produzidos.

A General Motors entrou com uma ação de dissídio coletivo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Uma audiência de reconciliação está marcada para a manhã de sexta-feira, 25, no TRT de Porto Alegre (RS), e pode pôr fim à greve. A GM de Gravataí produz os modelos Celta, Onix e Prisma.