
As propostas devem ser avaliadas por critérios políticos, financeiros e sociais pela GM, governos afetados e pela Comissão Européia.
Não são poucas as pressões envolvidas. O próprio presidente da Russia acabou correndo em defesa da canadense Magna, que tem como parceira o banco russo Sberbank e está interessada em utilizar tecnologias e projetos da Opel.
A Beijing Automotive Industry também quer a Opel por motivo semelhante: aproveitar a experiência da empresa sediada na Alemanha para desenvolver a linha de veículos na Ásia e avançar no mercado internacional.
A RHJ International, com sede na Bélgica, é a terceira interessada.
A Fiat acabou desinteressada pela concorrência.
As propostas diferem no valor financeiro e parcela de participação na Opel pretendida, auxílio pretendido do governo alemão e tratamento a ser dispensado aos funcionários e infra-estrutura das operações.
Fontes: Reuters e Estadão.