
Nessa primeira fase, o deslocamento, a retirada e a entrega dos veículos serão feitos em pontos específicos dentro do complexo. O valor a ser pago é R$ 35 por hora ou até R$ 210 para uma reserva de 24 horas, já incluído combustível e seguro do carro. O pagamento é efetuado pela folha de pagamento do empregado. A plataforma faz parte do campo de desenvolvimento global da montadora para opções de mobilidade urbana.
“GM está na vanguarda de redefinir o futuro da mobilidade pessoal com o lançamento do nosso piloto de serviço de compartilhamento de carros, com a inovação e a liderança em conectividade veicular através de OnStar. Estamos numa posição única para fornecer o alto nível de serviços personalizados de mobilidade urbana que os nossos clientes esperam hoje e desejam no futuro”, afirma em nota Santiago Chamorro, presidente da GM no Brasil.
A frota será formada apenas o Cruze LTZ disponível, equipado com o sistema de telemática OnStar. A montadora não informa quantos carros compõem a frota.
“Os empregados querem opções para se movimentar pela cidade com opções de flexibilidade e personalização. O Maven é apenas uma parte da estratégia de mobilidade urbana global da GM. Vemos as preferências dos consumidores em evolução, tais como o compartilhamento de automóvel, como oportunidades reais de negócios que poderemos incluir rapidamente em nossas capacidades existentes, tais como OnStar”, comenta Samuel Russel, diretor de marketing.
Em outros países, a GM já mantém programas de mobilidade urbana, como o investimento no de caronas Flinc, na Alemanha, o CarUnity, de compartilhamento de veículos da Opel, o Let’s Drive NYC, que vai desde o compartilhamento de bicicletas Zagster, no centro de desenvolvimento técnico nos Estados Unidos, até a parceria com a Universidade de Jiao, na China, para a integração de carros EN-V 2.0 da Chevrolet em um sistema de transporte de multimodal. Nos Estados Unidos a empresa conta com o Lyft e o próprio Maven.