
A partir do dia 4 de fevereiro, o sindicato começa o cadastramento de todos aqueles que estão com seus contratos de trabalho suspensos. A entidade quer mapear a situação de cada um dos trabalhadores em lay-off, em especial os lesionados ou prestes a se aposentar.
Os operários vão reivindicar a não obrigatoriedade do curso técnico que vem ocorrendo desde o início do lay-off. A iminência de demissão daqui a dois meses também aborrece os trabalhadores, apesar do compromisso da montadora de pagar o equivalente a três salários extras ao término desses 60 dias. Nova assembleia foi marcado no sindicato após o carnaval.