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Segundo informações da agência de notícias “Reuters”, os equipamentos seriam produzidos nos Estados Unidos em uma fábrica financiada pelo governo norte-americano e operada pela fabricante japonesa de eletrônicos TDK. A ideia seria licenciar a tecnologia desenvolvida pela CATL.
Nos últimos meses, a GM vem buscando alternativas de baterias em estado sólido ou de fosfato de ferro-lítio para serem produzidas localmente. Isso ajudaria a reduzir os custos dos modelos elétricos feitos e vendidos pela montadora nos EUA.
“Como as negociações (com a CATL) estão em andamento e muitas questões ainda precisam ser resolvidas, não devemos divulgar nenhuma informação por enquanto”, disse uma fonte a par do assunto.
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Produção reduziria custos de carros feitos nos EUA
Se o acordo for fechado, a GM teria acesso à baterias chinesas mais baratas sem a necessidade de pagar impostos de importação, ajudando-a a competir de forma mais eficaz no mercado americano.
No ano passado, a Ford tentou licenciar tecnologias da CATL para produzir baterias de íon-lítio de baixo custo em uma fábrica em Michigan, o que levantou preocupações significativas dentro do governo dos EUA.
A GM já tem uma parceria de baterias para veículos elétricos nos EUA com a LG Energy Solution da Coreia do Sul, chamada Ultium Cell LLC, e no mês passado concluiu um acordo com a mesma finalidade com a Samsung SDI.