O plano é comercializar pouco mais de 17,3 mil veículos chineses em 2011, volume que seria triplicado em 2014.
A importação dos veículos chineses faz parte das estratégias de recuperação da GM, que está perto de uma concordata e precisa apresentar até 1º de junho seu projeto de reestruturação.
“O mais provável é que só consigamos cumprir a maioria de nossos objetivos sob a bancarrota” – disse Fritz Henderson, presidente da GM. A empresa já recebeu empréstimos do governo de US$ 15,4 bilhões e espera outros US$ 11,6 bilhões, enquanto desmobiliza três fábricas nos Estados Unidos e demite 21 mil trabalhadores. Cerca de 1.200 concessionárias serão fechadas.
Fontes: Folha de S. Paulo e France Presse.