logo

none

GM quer vender ativos e evitar quebras no supply chain

A General Motors precisa sair da concordata rapidamente para evitar a quebra de fornecedores e a perda de milhares de empregos. A advertência foi feita pelo CEO da companhia, Fritz Henderson.
Author image

Redação AB

29 jun 2009

1 minutos de leitura

O executivo explicou que as empresas da cadeia de suprimento enfrentam uma severa crise de liquidez, agravada com o fechamento de fábricas. A GM fechou as portas de treze plantas por até onze semanas para reduzir a produção e fazer inventários, enquanto se reestrutura.

Henderson fez as justificativas para que a Justiça norte-americana facilite a venda de alguns dos principais ativos da General Motors para a constituição da Nova GM.

Pelo menos quinze empresas de autopeças entraram com pedido de concordata ou tiveram seus ativos ameaçados por credores em 2009, segundo a Motor & Equipament Manufacturers Association, que representa a indústria. O número de pequenas empresas concordatárias ou que fecharam as portas definitivamente não é efetivamente conhecido.

Uma das empresas de porte no setor que avaliam a solicitação de concordata é Lear Corp.

Há uma semana a Casa Branca rejeitou pedido para um fundo adicional de emergência solicitado pelo setor de autopeças.

Fonte: Automotive News.