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GM renova Cruze e localiza motor na Argentina

Montagem local do 1.4 turbo pode tornar sedã mais competitivo
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Redação AB

14 ago 2017

2 minutos de leitura

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A GM renovou a linha Cruze com pequenas mudanças. Todas as versões da linha 2018 do Chevrolet são agora equipadas com ajuste de altura dos faróis e repetidores e direção (pisca-piscas) nos retrovisores. E seu motor, 1.4 turbo flex com injeção direta de combustível e 153 cavalos, também passou a ser montado também na Argentina, como ocorre com o sedã desde 2016.
Segundo a GM, a montagem local do motor dará mais competitividade ao veículo. A versão de entrada, LT, tem preço sugerido de R$ 92.990. A LTZ salta para R$ 104.990. Desde a versão de entrada o carro recebe assistente de partida em rampa, monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro, computador de bordo, equipamento de áudio, rodas de 17 polegadas e sistema Stop-Start, que desliga momentaneamente o motor em trânsito congestionado ou semáforos para economizar combustível.
O Cruze LTZ recebe airbags laterais e de cortina, luzes de circulação diurna com LEDs, sensor de estacionamento dianteiro, sensores de chuva e luminosidade, chave presencial para abertura das portas e partida, acionamento da ignição por controle remoto, retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisor interno eletrocrômico, central multimídia com GPS integrado, acabamento cromado para grade e maçanetas externas e rodas escurecidas.
Há também um pacote high-tech para o Cruze com assistente de permanência na faixa, alerta de colisão frontal, alerta de pontos cegos, sistema de estacionamento automático, farol alto inteligente, carregador de celular sem fio e banco do motorista com ajustes elétricos. Com esse conjunto mais a pintura metálica o Cruze LTZ sobe para R$ 116.490.
O Cruze foi o segundo sedã médio mais vendido em julho. Com 1,9 mil unidades, ficou atrás apenas do Toyota Corolla. No acumulado do ano ele ocupa a terceira posição, com 10,7 mil unidades. O líder Corolla teve 35,4 mil unidades lacradas nos primeiros sete meses e o Honda Civic, 16,3 mil.