A jornalista afirma que a expansão acrescentaria 130 mil veículos por ano à capacidade de produção atual de 250 mil. O anúncio seria feito na primeira semana de abril. O financiamento viria do BNDES (R$ 350 milhões) e do Banrisul (R$ 150 milhões). O Estado daria incentivos fiscais, com redução na cobrança de ICMS, mas 25% do tributo devido seria pago na venda imediata. Na produção atual da unidade, há isenção total de ICMS.
Os entendimentos entre montadora e governo estadual começaram em outubro de 2008, segundo Marta Sfredo. Ela informa que o primeiro documento assinado entre as partes tem data de dezembro de 2008 e lembra que, embora a GM tenha registrado prejuízo de US$ 30,9 bilhões no ano passado, no Brasil vem apresentando resultados muito positivos e o Complexo Automotivo de Gravataí “é uma espécie de oásis de ganhos para uma corporação em dificuldades”.
A GM desenvolve um programa de investimento de US$ 1,5 bilhão no Brasil desde 2007 e já indicou que precisará de mais US$ 1 bilhão para ampliações e desenvolvimento de produtos. Os recursos adicionais deverão ser obtidos no mercado local.
A montadora confirmou a construção da fábrica de motores em Joinville, SC, e avalia o projeto de um carro médio para montagem na fábrica de São José dos Campos, SP. A grande aposta da empresa, no entanto, é o projeto Viva, baseado em uma nova plataforma para a substituição do Corsa. A nova família de veículos será produzida inicialmente na Argentina e depois no Brasil.