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Durante a apresentação de Denise Johnson como principal executiva da GM do Brasil, o presidente da operação na América do Sul, Jaime Ardila, admitiu que vem acompanhando a expressiva evolução do segmento de caminhões e ônibus no País. “Estamos atentos, mas não tomamos qualquer decisão ainda sobre produzir ou importar veículos nessa categoria” – assegurou. Brasil e Argentina são os mercados em que a marca não trabalha com comerciais pesados. A empresa monta caminhões na Colômbia, Venezuela, Equador e Chile.
Ardila projeta um mercado total de 5 milhões de unidades na América do Sul este ano, cabendo ao Brasil vendas na casa de 3,3 milhões de veículos, cerca de cem mil unidades abaixo das projeções da Anfavea. “Para chegarmos aos números da Anfavea teríamos que vender pelo menos 310 mil veículos por mês até dezembro. Não será fácil” – enfatiza. A General Motors deverá responder pela venda de 650 mil veículos no País em 2010 e um total de um milhão na América do Sul.
O executivo assegura que a fábrica de motores que a GM começa a construir em Joinville, Santa Catarina, deverá ser inaugurada em 2012, quando a produção atenderá a montagem dos veículos da família Onix, em Gravataí.
Ardila justificou a criação de uma área de negócios para a GM na América do Sul em função da importância estratégica do Brasil e da expressiva auto-suficiência do centro de desenvolvimento tecnológico de São Caetano do Sul. “Além disso, todas as operações nessa região tiveram lucro este ano” – afirmou.