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Redação AB, com informações do Valor
Durante reunião com jornalistas nesta quinta-feira, 24, o presidente da General Motors para a América do Sul, Jaime Ardila, disse que a operação brasileira não enviará mais dinheiro para a matriz. As remessas chegaram a ser apontadas como um dos motivos para a saída de Denise Johnson da presidência da empresa no Brasil.
“A matriz não precisa mais do nosso dinheiro”, disse Ardila à jornalista Marli Olmos, do Valor, explicando que até o final de 2012 serão lançados nove novos veículos. Este ano serão aplicados R$ 2 bilhões no Brasil, dentro de um programa de R$ 5 bilhões em cinco anos.
O executivo projeta mercado de 5,3 milhões de veículos América do Sul em 2011, dos quais a GM espera fornecer 1,1 milhão de unidades, 700 mil delas no Brasil.
Fábrica de motores
Em artigo no jornal a jornalista Júlia Pitthan registra também que executivos da General Motors do Brasil foram a Joinville nesta quinta-feira, 24, para agilizar o projeto da fábrica de motores. Prevista para começar a produzir no primeiro semestre de 2010, a unidade ainda não saiu do papel.
O vice-presidente de comunicação, relações públicas e governamentais da GM, Marcos Munhoz, e o gerente Antonio Carlos Ramos anunciaram ao prefeito de Joinville, Carlito Merss, que o lançamento da pedra fundamental da fábrica deverá ser feito na primeira quinzena de abril.
A fábrica de motores, com investimento de R$ 350 milhões, terá produção inicial de 120 mil motores.
Assista à entrevista com Jaime Ardila, presidente da GM Brasil e América do Sul, concedida com exclusividade para Automotive Business web TV: