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Gol: taxa de ocupação sobe a 71,9% em outubro

São Paulo – A Gol registrou uma taxa de ocupação da ordem de 71,9% em outubro, alta de 15,1 pontos porcentuais na comparação com a taxa de 56,8% registrada em igual período do ano passado, considerando voos domésticos e internacionais. Segundo informações divulgadas pela companhia aérea, o acréscimo em outubro em relação a setembro é de 5,5 pontos porcentuais, ante a taxa de 66,4% apurada naquele mês.
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Redação AB

09 nov 2009

2 minutos de leitura

No mês passado, a taxa de ocupação nos voos domésticos foi de 72,8%, superior em 15,6 pontos porcentuais à posição de outubro de 2008 e 5,6 pontos maior que a taxa de setembro. A taxa de ocupação nos voos internacionais em outubro foi de 65,2%, porcentual 10,6 pontos superior à marca de outubro do ano passado. Em relação a setembro, vê-se um acréscimo de 4,8 pontos na ocupação em frequências internacionais.

Em outubro de 2009, a Gol registrou um avanço de 46,9% na demanda por voos domésticos, comparativamente ao mesmo período do ano passado. Em relação a setembro de 2009, a demanda doméstica apresentou alta de 14,1%. Equiparando o número de dias corridos entre os dois meses (setembro com 30 dias e outubro com 31 dias corridos), o crescimento foi de 10,4%.

Segundo comunicado enviado ao mercado pela companhia, esse aumento ocorreu, principalmente, pela alta frequência da empresa entre aeroportos localizados nas cidades com maior densidade demográfica e yield dinâmico. “Os dados de outubro ainda refletem o incentivo à demanda proporcionado pelo cenário competitivo acirrado entre setembro e a primeira dezena de outubro.”

Por outro lado, no mercado internacional a demanda caiu 7,2% em outubro de 2009 ante outubro de 2008, embora tenha subido 11,2% na comparação com setembro deste ano. “Essa redução se deve à menor oferta pela Gol de assentos em rotas ou número de frequências, visando maximizar a rentabilidade operacional”, explica a empresa. Para justificar a alta sobre setembro, a companhia aérea cita a recuperação do tráfego em rotas para o Chile e Argentina, “uma vez que com o fim do inverno houve uma significativa redução de casos da gripe A (H1N1)”.

Fonte: Agência Estado.