A empresa propôs a instituições de ensino que desenvolvessem projetos inovadores para este cenário. Apesar de não ter o compromisso de fazer com que as propostas cheguem, de fato, ao mercado, a Goodyear exigiu que os planos sejam economicamente viáveis e incluam um plano de negócio de acordo com o produto e serviço proposto.
Participaram do desafio estudantes de pós-graduação em design estratégico do Istituto Europeo di Design (IED) e de graduação em design do Instituto Mauá de tecnologia (IMT). Os projetos deveriam ter como ponto de partida o indivíduo que não passa o dia em um lugar só, já que se desloca para trabalhar, estudar, fazer exercícios e passear. “Não tem nem geografia nem horário muito definidos. Há uma ausência de rotina. Por isso, ele precisa se deslocar pela cidade e fora dela com frequência”, especifica Rodrigo Ciossan, especialista em design e inovação da Goodyear.
A empresa destaca que a iniciativa rendeu bons frutos. Entre os projetos está o PitStop, feito por estudantes do IMT com a intenção de oferecer centros de suporte para caminhoneiros e seus veículos, já que estes profissionais têm estilo de vida nômade. O projeto prevê serviços como lavanderia, restaurante e ambulatório.
No Instituto Europeo di Design uma das soluções foi o FloatSpace, que pretende promover conexão entre pessoas e espaços ociosos. Um aplicativo conecta locatários com pessoas que se movimentam com intensidade pela cidade e poderiam aproveitar espaços ociosos, alugando por hora ou dia.