
Parte das renovações foi feita dentro do plano de investimento de US$ 240 milhões que começou em 2013 e termina no fim deste ano. “O asfalto do campo de provas foi trocado recentemente para se adequar aos testes necessários ao programa de etiquetagem”, afirma o engenheiro líder do campo, Eduardo Silva.
Os testes de resistência ao rolamento e ruído são feitos em pista seca, com temperatura e outros parâmetros controlados. As avaliações de frenagem demonstradas utilizavam um caminhão e um furgão rebocando o skidtrailer, equipamento com circuitos elétrico e hidráulico capazes de comandar o travamento da roda e coletar os dados do ensaio. Essa carreta foi construída nos Estados Unidos.
Regulamentado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o Programa brasileiro de Etiquetagem (PBE) padroniza a aplicação dos selos com informações de eficiência energética e segurança com notas de A a G e também o nível de ruído expresso em decibéis (leia
aqui).
Carro em pista seca passa por microfones para avaliação de ruído. Furgão reboca skidtrailer, carreta capaz de comandar o travamento de uma de suas rodas a fim de coletar informações sobre a frenagem no molhado (fotos: Mário Curcio)