
Os motoristas estão seguindo orientações do Google Maps para reduzir as emissões em seus trajetos. Um recurso lançado pela plataforma no fim de 2021 permite que o usuário veja as rotas com maior economia de combustível. Desde o início do funcionamento, o recurso teria evitado a emissão aproximada de 1,2 milhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2), um dos gases que colaboram com a formação do efeito estufa.
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Em termos práticos, foi como manter 250 mil automóveis a gasolina parados na garagem durante um ano inteiro. A estimativa foi revelada pelo Google em relatório ambiental divulgado na segunda-feira, 24. A ferramenta foi lançada nos Estados Unidos, mas também está disponível no Canadá, no Egito e em quase 40 países da Europa.
O Google usa um algoritmo para prever qual rota é a mais eficiente em termos de combustível ou energia e a recomenda aos usuários do Maps. Se a rota com menor consumo também for a mais rápida, o Google Maps usará essa opção como padrão.
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O usuário também pode informar ao aplicativo o tipo de motorização do veículo (a gasolina, diesel, híbrido ou elétrico) a fim de obter previsões mais precisas. Para chegar ao número de 1,2 milhão de toneladas de CO2, o Google comparou quanto combustível os usuários do Maps provavelmente consumiram nas rotas que dirigiram, ante a quantidade provável que teriam queimado se tivessem escolhido a rota mais rápida, sem o roteamento ecológico.